Elevação do assoalho do seio maxilar

Após a perda de um pré-molar ou molar, a altura do osso maxilar posterior é muitas vezes insuficiente para a colocação do implante. A elevação do assoalho do seio maxilar aumenta a altura do osso através de uma abordagem via crista ou via janela lateral.

O enxerto pode ser realizado antes da colocação do implante (cirurgia em duas etapas) ou simultaneamente (cirurgia única). O osso residual da maxila posterior e a anatomia do seio devem ser analisados antes do planejamento da técnica e definição do cronograma para a implantação. A tabela seguinte mostra um resumo simplificado das diretrizes atuais1-5.

Altura residual do osso > 6-12 mm

  • Técnica de janela via crista ou lateral
  • Implantação simultânea ou em várias etapas

Altura residual do osso < 6 mm

  • Técnica de janela de acesso lateral
  • Cirurgia em duas etapas

A elevação do assoalho do seio com materiais de enxerto aumenta o osso maxilar posterior antes ou simultaneamente à implantação.

A confiabilidade dos biomateriais Geistlich para estas indicações foi comprovada em mais de 200 estudos sobre elevação do seio maxilar6. A evidência indica que os materiais xenógenos produzem melhores resultados a longo prazo na elevação do assoalho do seio comparados às escamas de osso autógeno7.

A aplicação da membrana tal como a Geistlich Bio-Gide® aumenta significativamente a taxa de sobrevivência do implante8. A Geistlich Bio-Gide® pode ser utilizda para proteger uma membrana de Schneiderian perfurada durante a cirurgia e cicatrização. 


Mais de 200 estudos sobre elevação do seio maxilar documentam os resultados previsíveis alcançados com Geistlich6.


Referências:

  1. Summers RB Compendium. 1994; 15(2):152, 154-6, 158 passim; quiz 162.
  2. Zitzmann NU: Int J Oral Maxillofac Implants 1997; 12(6): 844-52.
  3. Misch CE: Int J Oral Implantol 1990; 7(1): 9-17.
  4. Chiapasco M: Clin Oral Implants Res 2008; 19(4): 416-28.
  5. Chen S, et al.: ITI Treatment Guide 2011; Vol 5,  Quintessenz Publishing.
  6. Pubmed September 2013. Search term “Bio-Oss” and “Sinus”.
  7. Aghaloo TL, Moy PK: Int J Oral Maxillofac Implants 2007; 22: 49-70.
  8. Pjetursson BE, et al.: J Clin Periodontol 2008; 35 (Suppl. 8): 216-40.

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    Débora Furlani
    Gerente de Marketing